Três opções de transportes para a cidade

Um dos papéis do arquiteto contemporâneo é sugerir mudanças antes da proposta ser solicitada por um cliente como uma pessoa ou até mesmo o Estado. Então, neste post vou fazer esse papel sugerindo mudanças e novos meios de transportes para a cidade de São Paulo.

Primeiro, confesso aqui que carro realmente é mais confortável e ainda mais rápido. Além disso, a economia do país é movida em grande parte pelos empregos dos trabalhadores das indústrias automobilísticas e pela venda desses carros. Desse modo, o carro não é só uma opção para a população, mas realmente o transporte que o Governo incentiva a utilizar facilitando a compra por meio de créditos e financiamentos.

Apesar desses incentivos visando o uso do carro como meio de transporte, muitos de nós nos disponibilizamos a mudar seja pelo meio ambiente ou em busca de uma melhor qualidade de vida – o que estão intimamente ligados. Esse é o caso das bicicletas. O número de usuários está aumentando nas grandes metrópoles. Mas será que só temos a bicicleta como alternativa para melhoria do trânsito?

Não. Veja três propostas para os transportes públicos que poderiam ser adotadas em São Paulo:
1. O substituto do bonde: O veículo leve sobre trilhos. Ele podia ser implantado debaixo do minhocão, não em cima porque usamos o viaduto fechado aos fins de semana como parque;

foto montagem de veiculo leve sobre trilhos abaixo do Elevado Costa e Silva – o minhocão

2. Teleféricos na Guarapiranga e na Billings. Sério, aproveitaríamos a paisagem e poderíamos passar de uma margem para a outra sem precisar contorná-las;

foto-montagem de teleférico com a represa da Guarapiranga de fundo

3. Ônibus sem catracas e sem cobradores, não queria tirar o emprego de ninguém, mas a exemplo de Londres, na Inglaterra, com a adoção desse sistema você poderá entrar e sair do ônibus pela porta que está mais próxima ou pela porta com menos pessoas na frente. Sim, até em Londres o pessoal finge que passou o cartão! Quando fui para lá percebi que vários cartões Oyster (o bilhete único deles) davam o sinal de sem crédito e o passageiro não saia do ônibus para comprar tickets. Mas confio em você. Não deixaria de pagar – é questão de costume e educação dos usuários. Ou seja, é questão de tempo.

foto de ônibus em Londres

As montagens das fotos são brincadeiras (sérias). Um exercício para nossa imaginação.

E quais dessas ideias você acha que daria certo? Todas? Nenhuma? E para a  sua cidade o que você gostaria de ter ou de sugerir? Mande suas opiniões e comentários!

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