Aulinha de arquitetura: Panteão de Roma e a casa Farnsworth

fotos: paul mccoubrie+ toy design

Estou lendo o livro “Pensar com as mãos”, de Campo Baeza, e me divirto muito com o modo cômico como o autor retrata assuntos importantes da arquitetura e do urbanismo. Surpreendi-me quando ele contou sobre a relação entre a casa Farnsworth de Mies Van de Rohe, nos Estados Unidos, e o Panteão, em Roma.

Campo Baeza intitula o texto como: “Quando Mies Van de Rohe entrou pelo óculo do Panteão dentro da casa Farnsworth”. Nele, o autor diz que ao ser questionado por um aluno sobre a precisão de suas obras, Mies respondeu que a casa Farnsworth poderia passar pelo óculo no teto do Panteão de Roma (como se a casa fosse uma nave passando pelo anel do Panteão sem encostar). É verdade: a casa Farnsworth tem 9 metros de largura e o disco do óculo do Panteão mede 9,50 m.

Moral da história, a arquitetura é a transformação palpável e precisa das ideias que podem parecer confusas, apenas presentes em sonhos. A arquitetura necessita de alguém que a defina com exatidão para possibilitar o seu uso – o arquiteto. E com três objetos formamos nosso tripé: fita métrica, prumo e bússola (precisão, gravidade e iluminação).

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